24 agosto 2015

Filmes inspiradores


Esses dias ando super ausente por motivos de Heart Stone hahaha ♥ ainda pretendo voltar a jogar pokémon porque é muito, muito legal mesmo o/

Também ando fazendo muitas coisas aqui em casa (e passando boa parte do dia dormindo porque com a chegada desse friozinho maravilindo não consigo sair debaixo das cobetas - só eu que acho que dias ensolarados dão vontade de sair, viver? Não quero nem cantar em dias escuros e frios, quero apenas me entupir de comida e ler coisas legais que as pessoas escrevem - e por isso, resolvi que iria passar mais tempo na cama!). Acho incrível como consigo me entupir de guloseimas até quando vou numa loja de sapatos com o meu pai, consegui um strike de uma coxinha enorme com ketchup e maionese e de quebra um pedação de bolo de cenoura com cobertura de chocolate e chantili enquanto tomava um nada saudável kuat. Pelo menos, ganhei uma linda bolsa que eu mesma pude escolher do papis *-* Achei bem mais bonita que aquela da Imaginarium que mostrei no post anterior, e estava mais barata também. Fora que não teria que esperar os correios, o que me fez ainda mais feliz o/ Ele disse que era tipo meu presente de aniversário, hahaha adorei. Enfim, não sei porque estou contando todas essas coisas que não tem absolutamente nada a ver com o post.

Ontem assisti de madrugada um filme muito lindo, que eu já havia assistido faz muuuuito tempo, mas que tinha até me esquecido. Ele me deu inspiração pra esse post, porque ele assim como tantos outros filmes excelentes por aí, não são tão conhecidos. É uma boa lição de vida pras pessoas, e foi uma realidade dos Estados Unidos. O nome do filme é Histórias Cruzados (The Help) e vou falar dele logo mais. Acho que se vamos ficar duas ou mais horas do nosso tempo assistindo um filme, que ele seja divertido, inspirador ou assustador. Muitas vezes que nos ajude a passar o tempo ou que não acrescente nada além de felicidade, mas muitas vezes que nos faça pensar na vida e em tudo que temos e não damos valor.

Ontem mesmo, falei com um amigo que o nosso problema é sempre querer mais do que temos. Nunca estarmos satisfeitos com as nossas conquistas, por exemplo: Imagine que seu sonho é morar numa casa bem bonita. Você trabalha e se esforça e finalmente compra a casa. Então, dois meses depois de toda felicidade e euforia, começa a achar que preferia uma casa de dois andares. Passam-se 3 anos de trabalho duro, você junta dinheiro e compra uma casa maior. Então, meio ano mais tarde, acha que falta um jardim igual o do vizinho, onde possa ter cachorros percorrendo. Lá vai você gastar energia e tempo pra fazer o tal jardim e adotar os cachorros. Nem se passam três meses e você percebe que o jardim demanda trabalho e atenção. Resolve então que é melhor morar numa casa da praia onde tem a natureza ao seu alcance e não tem muito trabalho. Mas quando consegue morar na praia, percebe que o sal e iodo do mar que são transportados pelo vento destrói seus móveis. Então, acha que a praia não precisa estar tão perto de casa.

Enfim, nesse meio tempo de conquistas, quanta coisa você deixou pra trás? Quantos momentos deixou de viver e usufruir por estar pensando que "Ah, podia estar melhor?". Eu concordo que o ser humano precisa evoluir pra fazer o mundo caminhar mas, será que esse é mesmo um progresso? Acho que deixamos muita coisa pra trás em questão de aprendizado espiritual por nos preocuparmos com coisas como essa. E se você tem um bom namorado, não ligue que ele não seja rico ou tão bonito quanto nos seus sonhos dourados. Se sua casa não é tão bonita quanto a do vizinho, que diferença faz? Afinal não devemos nos acomodar e não lutar por nossos sonhos, mas ás vezes parar a apreciar tudo que temos pode ser um bom caminho pra felicidade certo?

Bom, chega de blá blá blá e vamos aos filmes!

Histórias Cruzadas.
Sinopse: Mississipi, década de 1960. Skeeter (Emma Stone) acabou de terminar a faculdade e sonha em ser escritora. Ela põe a cidade de cabeça para baixo quando decide pesquisar e entrevistar mulheres negras que sempre cuidaram das "famílias do sul". Apesar da confusão causada, Skeeter consegue o apoio de Aibileen (Viola Davis), governanta de um amigo, que conquista a confiança de outras mulheres que têm muito o que contar. No entanto, relações são forjadas e irmandades surgem em meio à necessidade que muitos têm a dizer antes da mudança dos tempos atingir a todos.

Se não me engano, esse filme é baseado em fatos reais, e conta sob a perspectiva de mulheres negras de alvo de constante do racismo da década de 60 dos EUA, como era a vida de doméstica daquelas mulheres. É impressionante como as pessoas eram capazes de segregar as outras pelo simples fato da cor da pele ser diferente. Mostra todo o tipo de hipocrisia e ignorância que assolava uma época e que ainda é visto de forma frequente em muitos lugares do mundo. A história apesar de abordar temas pesados, é bem construída e tem bastante senso de humor, crítico dramático. Fora que a fotografia é linda e as atrizes dão um show.

A Duquesa
Sinopse: Georgiana Spencer (Keira Knightley) casou-se aos 18 anos com o Duque de Devonshire (Ralph Fiennes), que queria a todo custo ter um filho. Possuindo o título de Duquesa de Devonshire, logo Georgiana demonstrou sua inteligência e perspicácia perante a corte inglesa. Entretanto ela não conseguia dar ao duque um filho, com todas as suas tentativas de ficar grávida resultando em abortos ou em filhas. Isto faz com que o relacionamento entre eles se deteriore de acordo com o tempo. Então Georgiana conhece Charles Grey, e eles se apaixonam, um homem destemido,romântico e liberal. Os dois tiveram um envolvimento amoroso, mas seu marido (Duque de Devonshire), interveio no relacionamento, afirmando que se a Duquesa não deixasse Charles, seria impedida de ver seus 4 filhos. A Duquesa escolhe seus filhos, deixa Charles e descobre que está grávida dele (Charles Grey), uma menina, depois retirada a força da mãe logo após o nascimento da criança e entregue ao tio de Grey. Meses depois Georgiana reencontra Charles, descobrindo que ele estava noivo. A Duquesa passou uma vida amada por seus filhos. Ela se tornou uma das mulheres mais influentes da época

Acho que todo mundo tem uma ideia muito errada sobre a vida nos séculos passados. Muita gente acha que era como Stardust ou um Senhor dos Anéis menos fantasioso. Mulheres lindas e magras (que na verdade na época sinal de beleza era ser gordinha, pois assim deixava claro que pertencia a realeza ou á uma boa classe social - nessa parte o filme peca), com vestidos glamourosos e jóias reluzentes e um príncipe encantado, época onde o amor de verdade era valorizado. Bem, não era por aí. Na verdade no caso das moças que usavam os belos vestidos e as lindas jóias eram forçadas á se casar com homens que muitas vezes nem conheciam, por simples status ou interesses políticos. Graças a isso, a vida era voltada aos interesses do seu país, e a mulher tinha que cumprir deveres políticos e dar um herdeiro ao marido, e caso não o fizesse poderia pagar caro por isso. Graças á um casamento sem amor ou respeito, inevitáveis traições ou brigas severas fazia parte do cotidiano da elite e é exatamente isso que o filme mostra. Se quer ser feliz no amor, abandone o luxo e sua família, fuja com alguém de classe baixa e viva para sempre na miséria. Caso contrário, lide com seu título e suas "responsabilidades". Ainda assim, mesmo com essa dura realidade, o filme se mostra bastante leve em muitas cenas, com uma linda fotografia e uma história envolvente, que por acaso também foi baseado na verdadeira história da Duquesa de Devonshire.

Maria Antonieta
Sinopse: O filme conta a história da jovem rainha da França do século XVIII, Maria Antonieta.

Sofia baseou-se em um livro biográfico de Antonia Fraser, em detrimento de outro, de Stefan Zweig, alegando que continha uma descrição mais humana de Maria Antonieta.

A princesa austríaca Maria Antonieta (Kirsten Dunst) é enviada ainda adolescente à França para se casar com o príncipe Luis XVI (Jason Schwartzman), como parte de um acordo entre os países. Na corte de Versalles ela é envolvida em rígidas regras de etiqueta, ferrenhas disputas familiares e fofocas insuportáveis, mundo em que nunca se sentiu confortável. Praticamente exilada, decide criar um universo à parte dentro daquela corte, no qual pode se divertir e aproveitar sua juventude. Só que, fora das paredes do palácio, a revolução não pode mais esperar para explodir. Passando por uma grande turbulencia, Antonieta perdeu dois filhos em plena Revolução Francesa.

Eu passei horas lendo sobre a história de Maria Antonieta. Em muitos momentos, baseado em documentos históricos, dá para notar claramente como tantas situações foram forjadas para prejudicar a jovem soberana, simplesmente por ser Austríaca. Maria Antonieta me parecia sim uma mulher muito divertida, "sapeca", ingênua se assim posso dizer. Devido seu "pouco estudo" é claro que ela cometeria muitos erros e muitos gastos absurdos, mesmo porque noção não era bem a palavra pra descrever a rainha. Porém, sinto que ela não era de todo mal, que não era aquela bruxa egoísta que o público cava e que ela não mereceu o fim trágico que teve em sua vida. No fim das contas, era só uma garota que foi tirada cedo de perto de sua querida irmã, menina bastante carente de mãe e amor, que queria ser feliz mas se viu no meio de um terrível jogo político que destruiu qualquer chance de alcançar seus sonhos. É uma dura história, mas dá pra aprender bastante sobre como o ser humano pode ser cruel e manipulador para alcançar seus objetivos mais egoístas.

O primeiro amor
Sinopse: Juli (Madeline Carroll) e Bryce (Callan McAuliffe)  se conheceram aos sete anos de idade. Ela sempre admirou o menino, mas ele achava a vizinha meio estranha. Aos 13 tudo muda e ele começa a se apaixonar pela menina. Juntos, eles compartilharam diversas experiências amorosas, como o famoso primeiro beijo, que faz parte da vida de todo adolescente.

O filme é baseado num livro de mesmo nome, sendo a diferença que o livro se passa nos tempos atuais e o filme foi ambientado nos anos 60. É uma história contada sob duas perspectivas: De Juli e Bryce. É um filme super leve e gostoso de assistir. Não é tão dramático quantos os citados acima, mas ao mesmo tempo tem uma beleza pesada. Mostra sim um pouco de preconceito e desdém em relação á Juli, por ser pobre. Porém, mostra ainda mais, como as pessoas descriminam pessoas com ideias diferentes. Juli é uma garota sonhadora e determinada, bastante profunda e que tem muita coisa bonita pra ensinar. Ela não tem preconceitos e costuma ouvir as pessoas e tirar boas coisas do que dizem. Já Bryce, sua paixão, é o típico garoto popular que tem muito mais á mostrar ao mundo do que seu belo rosto, mas que se deixa influenciar pelas aparências e amigos que só querem se aproveitar de sua popularidade. A história em si, mostra como Juli tentava conquistar Bryce e o mesmo a desprezava, porém devido a insistência da garota começou a ver nela algo que não tinha em comum nas outras meninas da escola, que em sua maioria eram fúteis e rasas. O filme não se aprofunda nos personagens secundários, o que achei um erro. Mas mesmo assim, vale á pena.

Bem, eu sei que o post ficou gigaaante, mas espero sinceramente que tenham gostado e que assistam esses filmes caso não os conheçam. Garanto que vale muito á pena ;)

5 comentários :

  1. Ah eu quero assistir o Primeiro Amor!

    www.byanak.com.br

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  2. Os filmes parecem ser muito bons, mas o que eu desejo muito assistir é Maria Antonieta, a história em si, parecer ser completamente maravilhosa *-*
    Beijos,
    www.dosedeilusao.com

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  3. Não assisti nem um, admito. Mas, com toda a certeza, irei assistir. Histórias Cruzadas, será o primeiro quando tiver um tempinho livre!

    Estou de volta, agora recomeçando.
    http://rosasrisosedramas.blogspot.com.br/

    Beijos.

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  4. Heeey, olá <3 :3
    Também acho que no calor dá vontade de sair e viver, sou muito mais animada no verão e primavera, do que no inverno KKKK, isso é um dos motivos do porquê eu não curtir o inverno, fico muito zzzzzzz. E nossa USHUSHSU, quanta coisa você comeu, MAS GOSTO ASSIM, se eu pudesse comeria tudo que eu quisesse u.u, roubava um super mercado inteirinho -q.

    Infelizmente maioria das pessoas sempre querem mais e mais, querem encontrar a "perfeição", confesso que tem coisas que eu quero que melhorem e etc, mas depois de ocorridos, fui aprendendo a dar mais valor á certas coisas. Nós temos que aprender a valorizar as coisas boas, que por mais que tenham defeitos, te fazem felizes também.

    Histórias Cruzadas parece ser um filme bonito também :3, nunca ouvi falar sobre ele, mas me interessou, essa protagonista parece ser bem determinada e eu gosto disso.
    A Duquesa parece ser legal também, mas esse marido dela parece ser um baita de um chato, credo D:. É triste saber que casamentos forçados ainda existem até hoje, imagina ser obrigada a casar um homem rude, grosso e chato? Credo.

    USHSUH sobre o último filme, sinto que eu iria shippar muito esses dois!
    Todos os que você citou, parecem interessantes >.<

    Beijinhos.

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  5. Sou muito apaixonada por Maria Antonieta, é um filme muito bom e você acaba aprendendo tanto sobre historia com ele. Esse filme O Primeiro amor eu encontrei totalmente ao acaso na tv uma vez e eu e minha mãe começamos a assistir, é um amor <3 http://blogmareland.blogspot.com.br/

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